quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

TEORIA DA FOME

Este tipo de teorias é única e exclusivamente para pessoas que tenham tido no passado uma instrução básica de conhecimento na área. A sua contextualização será sempre com base no conhecimento de que “para um bom entendedor meia palavra basta”.

Teorema

Quando existe duas situações idênticas mas de dificuldades opostas, deverá aplicar-se a máxima “ajuda o próximo, que tu és a seguir” e com este princípio básico resolve-se um grande tipo de problemas. Para isso é necessário implementar uma entreajuda com uma aplicação de dificuldade crescente.

Explicação

Para este teorema ser fundamental é necessário que exista da parte interessada o conhecimento de:

I – TEORIA BASEADA NO CONCEITO DE INSTINTOS:

Os comportamentos humanos mais importantes são aprendidos.
Raramente o comportamento humano é rígido, inflexível, imutável e encontrado em toda espécie, como é o caso do instinto;
atribuir todo possível comportamento humano a um instinto correspondente não explica nada.

II – TEORIA DOS IMPULSOS:

Uma visão alternativa da motivação afirma que as necessidades corporais criam um estado de tensão ou estimulação chamado impulso. De acordo com a teoria da redução de impulsos, o comportamento motivado é uma tentativa de reduzir esse desagradável estado de tensão do corpo e fazer com ele retorne ao estado de homeostase, ou equilíbrio.

De acordo com essa teoria, geralmente os impulsos podem ser divididos em duas categorias:

Impulsos Primários: são inatos e encontrados em todos os animais – inclusive no homem – motivam para a sobrevivência da espécie – fome, sede, sexo.
Impulsos Secundários: adquiridos por meio da aprendizagem – dinheiro, sucesso,...

III – TEORIA DA ACTIVAÇÃO:

Segundo a teoria da redução de impulsos, uma vez satisfeitos, isto é, não mais activos o homem não buscaria mais nada a não ser descansar, pois não haveria mais nenhuma motivação.

Por isso, alguns psicólogos sugeriram a teoria da activação – a activação se refere a um estado de alerta. Numa ponta está o estado de alerta máximo, na outra ponta o sono, assim a motivação pode ser activada por um desejo de reduzir o estado de activação, e em outros de intensificá-lo.

De acordo com esta teoria, cada indivíduo teria um nível óptimo de activação que varia de uma situação para outra e ao longo do dia, e o comportamento seria motivado pelo desejo de manter um nível óptimo de activação.

IV – MOTIVAÇÃO INTRÍNSECA E EXTRÍNSECA:

Motivação Intrínseca – diz respeito às recompensas que se originam da actividade em si – o próprio comportamento é intrinsecamente recompensador.
Motivação Extrínseca – se refere as recompensas que não são obtidas da actividade mas em consequência da actividade.

1 comentário:

António disse...

OK...
GOSTARIA QUE TRADUZISSES ISTO PARA PORTUGUÊS.OBG.